A vida-morte como ritual cotidiano: reflexões teológicas e sociorreligiosas em tempos de Pandemia

Neste artigo, refletimos sobre a vida-morte como ritual cotidiano frente à COVID-19. Na metodologia, delineamos uma pesquisa qualitativa, historiobiográfica, que reuniu os escritos de Edith Stein, Dulce Critelli e a narrativa de Osmair Cândido. Interessou-nos o modo como a filosofia alemã ajuda Când...

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Bibliographic Details
Format: Artículo
Published: 2022
Subjects:
Online Access:https://repositorio.uc.cl/handle/11534/89683
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description Neste artigo, refletimos sobre a vida-morte como ritual cotidiano frente à COVID-19. Na metodologia, delineamos uma pesquisa qualitativa, historiobiográfica, que reuniu os escritos de Edith Stein, Dulce Critelli e a narrativa de Osmair Cândido. Interessou-nos o modo como a filosofia alemã ajuda Cândido no enfretamento dos horrores da pandemia, como tirar o caixão de um filho das mãos da mãe ou enterrar doze pessoas no mesmo dia, sem ritos fúnebres. Perpendicular à parede que lhe surge, desvela-se outra, amparando os cadáveres por ele empilhados. Cândido confessa sentar-se à margem de tudo, à beira do mundo, onde até Deus termina.
format Artículo
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institution Pontificia Universidad Católica de Chile
publishDate 2022
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publishDateSort 2022
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spelling Peretti, Clélia
dos Santos Mendes, Everaldo
Cardoso Ribeiro, Edilmar
2025-01-16T19:46:32Z
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2022
10.15359/siwo.15-1.2
2215-227X
https://doi.org/10.15359/siwo.15-1.2
https://repositorio.uc.cl/handle/11534/89683
https://dspace-oducal.infotegra.com/handle/oducal/4748
Neste artigo, refletimos sobre a vida-morte como ritual cotidiano frente à COVID-19. Na metodologia, delineamos uma pesquisa qualitativa, historiobiográfica, que reuniu os escritos de Edith Stein, Dulce Critelli e a narrativa de Osmair Cândido. Interessou-nos o modo como a filosofia alemã ajuda Cândido no enfretamento dos horrores da pandemia, como tirar o caixão de um filho das mãos da mãe ou enterrar doze pessoas no mesmo dia, sem ritos fúnebres. Perpendicular à parede que lhe surge, desvela-se outra, amparando os cadáveres por ele empilhados. Cândido confessa sentar-se à margem de tudo, à beira do mundo, onde até Deus termina.
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Morte
Vida
Ritos fúnebres
Ser finito e ser eterno
A vida-morte como ritual cotidiano: reflexões teológicas e sociorreligiosas em tempos de Pandemia
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